segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Loyalty

Everybody knows today it’s not easy finding a loyal person. When I claim this I know I am one of those that sometimes forgets loyalty and does what is more convenient to oneself. Nowadays loyalty is almost old-fashioned. Friends, relatives, couples and many other people have not been loyal and say “Nobody is faithful too!”

I really don’t know when these terrible feeling that is a kind of vengeance started. Why do human beings stop doing good things because of comparison? If somebody is unfaithful others cannot be guilty, it’s a personal option. We must be responsible of our choices, because in all situations we have two ways, the good and the bad one.

Our generation hasn’t cultivated good social values. Collectivity hasn’t been as important as it should. Our compromise is with our own business, there is no time to think about other people’s opinion. It is not good because in few time all society is prejudiced. The solution to the problems is more important than the guiltiness.

Fortunately, there is a solution to this problem. Each person must understand he or she is important to collectivity and their attitude can cause a domino effect. To change the world we should start inside ourselves. Then we will change our family and then our neighborhood and so on. The world and our minds change step by step, that is it.

The compromise with the truth is probably one of the secrets of happiness. We all must be faithful and show it to get the trust of others. People who live together with us have to see the difference and perhaps reproduce it. If we don’t know a person to give us the example, we must be this person who gives the example to others.

Culture and superstition

Maybe you are not superstitious, but I am sure you know superstitious people and their funny habits. They are careful and do not break mirrors, do not throw salt on the floor not even keep the wardrobe doors opened. If somebody does one of these things, a bad destiny will wait for him or her. Culture and superstition are two connected things, the second one teaches informally by the fear.

A lot of superstitions were born many times ago, in time in which people did not have access to information. People were not interested in instructing by knowledge, perhaps because they did not want or because they did not know how to do it. Therefore, the easier way to persuade a person to do or not to do something was telling stories of fear, bad luck and death.

These same superstitious are known in the middle of any society, but the oldest people are those who believe them more. Nowadays we are not used to believing in superficial and unproved stories. Really in our day we do not believe in anything, neither good nor bad things. Today people must explain very well what they are talking about to find who believes in the request.

In the past mirrors were very expensive, so, for people to be careful, they created the story about seven years of bad luck. Salt was expensive too. People invented those stories to avoid wastefulness. In Brazil, there is a superstitious about mango and milk. They say we should not eat mango and drink milk at the same time because it can cause gastrointestinal problems, but the real reason is very different.

Before 1889, when there was slavery in our country, the slaves had free access to the born fruit on the farms. Slaves ate only cheap food and fruits were some of them. If same slave that fed cows tried to drink some milk, he would remember the story about gastrointestinal problems. As you can see, a lie repeated many times becomes truth. Milk was expensive and the farmers did not want to say to his slaves it would not be profitable if they drunk all the milk of the farm.

I do not believe in superstitions and I usually try to understand the origin of them to instruct others. Superstition and fear are a kind of jail whose key is the knowledge. Nobody should live without a personal view of the world. We have to think twice before consider a new information. We must not give power to fear neither to others cause us troubles.

domingo, 1 de junho de 2008

Desenvolvimento sustentável e/ou preservação da natureza

Ultimamente, fala-se muito em responsabilidade social e desenvolvimento sustentável. Isto pode ser ouvido nos noticiários, nas campanhas publicitárias de grandes empresas, no discurso de Organizações Não-Governamentais e em muitos outros lugares. Esse discurso politicamente correto nem sempre é transformado em ações que realmente mudem o comportamento da sociedade e garantam a qualidade de vida na Terra.

Por meio deste texto, tenta-se descrever os conceitos de responsabilidade social e desenvolvimento sustentável e sugerir estratégias que toda a sociedade pode adotar para, em conjunto, reverter o quadro de destruição do planeta e o comprometimento da qualidade de vida das gerações futuras.

A busca por desenvolvimento, poder e bem-estar não pode deixar de lado a relação de dependência que se tem com o planeta, que é a grande casa da humanidade. A Terra é viva e possui seus próprios ciclos de regeneração. Por mais que a tecnologia se desenvolva e que o conceito de certo e errado se transforme, não se pode alterar o que foi criado pela natureza. O consumismo desenfreado e o desejo de acumular riquezas não podem ser uma justificativa para a utilização mal planejada dos recursos naturais e destruição daquilo que não foi construído por mãos humanas.

Salvar o planeta é dever de todos, governos, empresários e cidadãos. Não se deve esperar que o outro comece as mudanças, mas cada um deve fazer aquilo que é esperado de quem realmente se preocupa com o futuro de toda a sociedade

Pode-se compreender desenvolvimento sustentável como um modelo econômico que consiga unir riqueza, bem-estar social e ações que visem à preservação da natureza e à diminuição das agressões causadas pelas atividades econômicas. Para colocar isso em prática, governo e grandes empresas devem assumir um compromisso de cooperação mútua. Estas devem devolver para a sociedade algo além dos produtos e serviços e, com isso, garantir a qualidade de vida de seus consumidores, clientes e usuários de uma forma mais ampla. As linhas de produção, os produtos desenvolvidos, a emissão de dejetos, as fontes de energia e muitos outros itens devem contribuir para a continuidade das riquezas naturais, ou, pelo menos, para a não-agressão. O governo, por sua vez, pode oferecer incentivos fiscais às empresas que realmente se engajarem na proteção ao meio-ambiente.

Responsabilidade social seria um conjunto de medidas que podem e devem ser tomadas por toda a sociedade para colaborar na manutenção da preservação da natureza e de tudo aquilo que possa gerar bem-estar social. Dentre outras medidas, a população pode, por exemplo, economizar água e energia elétrica; evitar o consumo de produtos que possuam gás CFC em sua fórmula; separar o lixo reciclável; não jogar lixo nas ruas; utilizar produtos e serviços de empresas que tenham responsabilidade social; boicotar produtos de empresas irresponsáveis; não fazer queimadas; não soltar balões; dar preferência a transportes coletivos, diminuindo o volume de carros particulares nas ruas e regular seus carros para que emitam menos gases poluentes.

Os cuidados com a preservação da natureza devem ser uma preocupação de todos. Os discursos não têm poder de mudar a realidade, somente a mudança de comportamento pode reverter o quadro de destruição gradativa do ar, das águas e do solo. Os meios de comunicação e o governo têm a responsabilidade de conscientizar a população e esta precisa assumir uma postura ativa para salvar o planeta de ser destruído por mãos humanas.

A natureza demora muito tempo para se livrar dos problemas causados pela poluição, por isso, deve-se assumir uma postura responsável para que, pelo menos, o quadro se estabilize. Deve-se deixar para as futuras gerações um planeta mais bonito e rico do que o que encontramos. A responsabilidade social pode salvar o planeta e todos os que precisam dele para viver.

sábado, 17 de maio de 2008

(Dis)Organized People

“I didn’t remember where my keys are.” “Oh, I’m so sorry. I forget the meeting scheduled with you.” “Please, help me. I can’t solve it on time.”

Probably you constantly hear these phrases above. They are common in disorganized people’s mouth. I know nobody is disorganized purposely, but it is impossible to be organized without determination, persistence and intention. If you identified yourself with these phrases, I invite you to pay more attention to your appointments because I need some companionship. Being organized and not miss your engagements is to be trustful and consequently happier.

I admire people who have all appointments written in the agenda and do everything in time. These people are always early. They sometimes remember phone numbers, addresses and birthday dates by heart. Oh my goodness! I must be like that, but it is a little difficult. Why these qualities are not sold in supermarkets?

I have tried to have an agenda. I wrote things and forgot to open the agenda to read what was scheduled. Then I have tried to remember by heart and I failed once more. Nowadays I write my appointments in a piece of paper and fasten it on my keys. It sounds funny, but it is the way that I have found to not forget agreements and tasks.

There is no a special way to be organized, each one must find their suitable way. Maybe we are not the latest neither the most forgetful, but in spite of it, we can improve our way of life and change little things to organize the time.

sábado, 29 de março de 2008

O bom atendimento não tem preço

Finalmente, a Licenciatura está chegando ao fim. Na quinta-feira passada fui ao Colégio de Aplicação da UERJ, participei da reunião inaugural do estágio e me encontrei com a equipe da qual farei parte. Serei estagiário em duas turmas, uma de 5ª série e outra de 8ª. A professora orientadora pediu que os estagiários lessem o livro Capitães da Areia. Ela quer que desenvolvamos uma atividade que aborde personagens, espaço e tempo narrativo do romance. Hoje, sábado, no caminho para o curso de inglês, aproveitei para procurá-lo.

Entrei em um sebo da Sete de Setembro, e a vendedora me disse que, apesar de o livro custar R$ 25,00, poderia vendê-lo por R$ 20,00. Como estava atrasado, preferi realizar a compra na volta. Meio-dia, terminada a aula, fui à Siciliano fazer nova pesquisa. Tive esperança de encontrar um exemplar novo por um preço razoável. Procurava, preferencialmente, uma edição da Editora Record, mas, dependendo do valor, compraria de outra editora.

Dirigi-me à estante de Jorge Amado e encontrei o livro de que precisava por R$ 33,00. Era da Companhia das Letras. Perguntei a um funcionário se ele tinha aquele título de outra editora, ele disse que não e virou as costas. Disse, inclusive, que os exemplares expostos seriam recolhidos em pouco tempo. Graças a meu espírito investigador, continuei minha procura e achei exatamente o que procurava, custava R$ 32,00. Meia-volta. O sebo da Sete de Setembro ganhou.

Cheguei, e a vendedora abriu um sorriso. Perguntei-lhe se aceitavam débito automático, visto que não tinha dinheiro vivo. Ela disse que só aceitam Visa e que não poderiam dar desconto para pagamentos em cartão, ou seja, teria que pagar os R$ 25,00 iniciais. Saí da loja e fui a um caixa eletrônico para sacar a grana. No caminho achei que a vendedora não merecia ser prestigiada com minha compra. Débito automático entra direto na conta. Ela perdeu.

Desisti daquela compra e, confiante, continuei a pesquisa. Encontrei outro sebo no mesmo quarteirão do banco. Sabe quanto paguei? R$ 15,00. Minha pirraça foi produtiva. Na porta da loja havia dois funcionários: um rapaz e uma moça. O rapaz me atendeu prontamente e se dirigiu ao estoque para pegar o livro. Outro cliente entrou na loja e perguntou se aquela moça era funcionária do sebo. Ela disse que sim, mas que não adiantava perguntar porque ela não sabia de nada. Quanta sinceridade!

Entreguei uma cédula de R$ 20, e a mui competente funcionária me deu R$ 10 de troco. Em consideração ao bom serviço do rapaz, devolvi os R$ 5 que vieram a mais, e a moça me agradeceu com um sorriso. Se não for parente do dono, vai para a rua em breve, porque não é gostosa. O sebo e os clientes vão ganhar.

Existem vagas de trabalho, mas nem todos são profissionais ou querem oferecer seu melhor. O primeiro disse que o produto na prateleira não existia. A segunda achou que eu não merecia desconto por querer pagar com débito automático. Que crime o meu! E por último, mas não menos importante, a auxiliar de vendas e afins tenta presentear clientes com R$ 5,00, dando prejuízo ao caixa. Alguns vendedores têm a cabeça em vários lugares, menos no serviço. É triste, mas real: clientes são tratados de qualquer jeito.

O importante é que agora tenho o livro e preciso de tempo para lê-lo. Afinal, tempo é dinheiro. Putz! Já estou cansado de falar sobre isso, mas acredito que, se tivesse andado um pouco mais, compraria o livro por R$ 10,00.

segunda-feira, 17 de março de 2008

A Great Discovery

Human beings have been discovering and creating many things down the ages. First of all it is good to think about the difference between a discovery and an invention. The first one is a thing with previous existence without human interference and the second one is a human knowledge creation. Understanding that it is possible to change the world in which we live was the most important discovery. From that important day on we try doing things to get our lives better.

It is not easy to specify the greatest concrete discovery in the world, because there are many kinds of necessities as healthy, social or safety ones. A very sick person can think the most important thing in the world are the drugs, but a mother who needs to prepare her baby food can think the most important invention is the stove. On the other hand, before the invention of drugs it was necessary to discover the body structure and to understand how it works. So, to invent the stove it was necessary to discover the fire long, long time ago…

Penicillin, informatics, petroleum, electricity and nuclear energy are very important nowadays. We can say their use is essential to modern life, because their combination is extremely useful in many segments. Everyday experts try using their knowledge and the elements above to help us in the most different ways, developing machines, drugs and facilities that use high technology.

Mankind has discovered since the beginning differences from other animals. We can change our lives and transform things. Humans are naturally unsatisfied and it is the secret of evolution. If we were very satisfied with our lifestyle we could not have reasons to progress and develop ways to make them easier. By all means, a little bit of unsatisfaction is profitable to growth.

We will never get a completely satisfaction and our troubles will just change, but never finish. Diseases that have killed thousands and thousands of people today are common and they are not so dangerous, because we have efficient drugs. Unfortunately, new and unknown sicknesses have been increasing and it has been taking our tranquility out. In the course of the years it is a rule: We solve a problem and then another appears. Although it is good to know that some day the solution will be found.

In the beginning God has divided a part of His knowledge with His creatures. We all should believe that we can create and discover almost everything; it depends of time and of studying. However, we do what is possible and God does the impossible, we hope so, because there are some situations far from our capacity. Studying, testing and believing are three things that no one can forget. These are the tripod to great discoveries and inventions.

terça-feira, 11 de março de 2008

O retorno vem de mãos dadas com o tempo e o vento

O conhecimento popular diz que o pior cego é aquele que não quer ver. Considerando esse raciocínio verdadeiro, pode-se concluir que o mundo está repleto de cegos. A cegueira que os atinge é ética e espiritual e não há óculos ou cirurgia que possa revertê-la, a não ser a boa vontade dos poucos que são esclarecidos pelo conhecimento da verdade. E o que seria verdade? Não se sabe, ela é relativa. Cada situação tem a sua, mas não se pode ignorá-la.

O mundo está repleto de exemplos, bons e maus. Será que essas pessoas não conseguem ver outras que estão colhendo os frutos das boas escolhas, ou será que percebem, mas, por causa da insegurança ou por não terem vontade de seguir o exemplo, caminham para lugar nenhum? Uma das piores coisas em um ser humano é a tentativa de transformar o certo em errado e vice-versa. Deve-se ter lucidez para compreender que as coisas são como são. O fato de alguém fazer algo não faz disso algo correto. Adultos lúcidos fazem escolhas. Quem escolhe algo errado deve ter a dignidade de assumir: “Isso não me trará benefícios, mas quero assim e não me preocupo com eventuais prejuízos!”

É difícil compreender as coisas do mundo, muito mais difícil é compreender o que se passa dentro de cada um. Precisamos parar de colocar a culpa de nossos problemas em fontes externas e aceitar que somos os maiores responsáveis pelo que acontece conosco. Não podemos culpar a Matemática porque não a compreendemos. Ela é o que é. O problema é nosso que não a entendemos.

Conheço pessoas que se queixam de tudo. Queixam-se do clima, da religião, da política e do comportamento dos outros, de Deus e do diabo, mas o que é que esses reclamões oferecem ao mundo ou fazem para transformá-lo? Nada. Pelo contrário, ainda ajudam a estragar o que já está ruim. Para transformar o mundo precisamos começar por nós mesmos. Não digo que há pessoas dignas de pena, mas que há comportamentos dignos de pena. Nunca entendo o motivo de se tapar o sol com a peneira. Somente após a aceitação do problema é que a solução aparece, ou melhor, aparece não, é desenvolvida por nós.

Infelizmente, esse tipo de gente acredita ter um enorme bom senso e ainda se sente conselheiro e orientador de pessoas ainda mais tontas. Não me falem nada porque não vou ouvir. E, se ouvir, não vou fazer. E, se fizer, não vou fazer igual. E, se fizer igual, podem me dar uma surra e me trancar em um casa de loucos. São cegos guiando cegos, por isso ambos cairão no abismo. Riam ou façam cara feia, não importa. A lei mais patente do mundo se chama Retorno. Colhe-se o que foi plantado e disso não se pode fugir; é uma questão de tempo. Não existe castigo, o que existe é retorno, e o tempo se encarregará de trazê-lo com o eficaz movimento dos ventos.

Outra coisa triste é a inveja que essa gente tem na vida dos outros. Porque a vida deles é uma bagunça, tentam infernizar a vida de quem esbanja felicidade. Fiquem para trás invejosos, negativos e pessimistas porque o santo manto de Jesus cobre os fiéis com proteção. Engulam a língua, vazem os olhos ou furem os tímpanos, mas não usem esses órgãos no cuidado com a vida do próximo; tudo volta proporcionalmente... Eles não precisam de castigo, mesmo que eu quisesse ou que existisse, eles já têm a vida que levam e isso é o bastante.

“... E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará...” S. João 8:32